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Fernando Pessoa Por

UPC · Release

Fernando Pessoa Por

João Villaret

5606265004514
79 tracksReleased 2010-01-01Companhia Nacional De Música

Last verified: September 13, 2026

5606265004514 is the Universal Product Code (UPC barcode) for the release “Fernando Pessoa Por” by João Villaret, released 2010-01-01 on Companhia Nacional De Música. UPCs are unique numeric identifiers assigned by distributors to identify a music release — album, EP, or single — across every digital and physical retail platform. This release contains 79 tracks, each with its own ISRC. Tracks include PTCN11000811, PTCN11000812, PTCN11000813.

Format

560GS1 prefix
6265Company prefix
00451Product
4Check digit
GS1 prefix:
Country/region prefix assigned by GS1 (e.g. 060/061 = USA/Canada, 50 = UK).
Company prefix:
Label/distributor identifier assigned by the local GS1 office.
Product:
Unique product number assigned by the company.
Check digit:
Modulo-10 check digit that validates the rest of the barcode.

Credit Chain

UPCFernando Pessoa Por
ISRC79 recordings
ISWC3 works
IPI2 songwriters

Track List (79)

#Track TitleArtist(s)ISWC
Excerpto de uma ode1Excerpto de uma odeFernando Pessoa, João Villaret—
Outro poema2Outro poemaFernando Pessoa, João Villaret—
Tabacaria3TabacariaFernando Pessoa, João Villaret—
AUTOPSICOGRAFIA4AUTOPSICOGRAFIAFernando Pessoa, João VillaretT-210.010.080-6
Isto5IstoFernando Pessoa, João Villaret—
Sonetos 13 e 14 dos Passos da Cruz6Sonetos 13 e 14 dos Passos da CruzFernando Pessoa, João Villaret—
A múmia7A múmiaFernando Pessoa, João Villaret—
Sino da minha aldeia8Sino da minha aldeiaFernando Pessoa, João Villaret—
Ela canta, pobre ceifeira9Ela canta, pobre ceifeiraFernando Pessoa, João Villaret—
Gato que brincas na rua10Gato que brincas na ruaFernando Pessoa, João Villaret—
Liberdade11LiberdadeFernando Pessoa, João Villaret—
O menino da sua mãe12O menino da sua mãeFernando Pessoa, João Villaret—
O MOSTRENGO13O MOSTRENGOFernando Pessoa, João Villaret—
4 odes de Ricardo Reis144 odes de Ricardo ReisFernando Pessoa, João Villaret—
Três poemas de “O guardador de rebanhos”15Três poemas de “O guardador de rebanhos”Fernando Pessoa, João Villaret—
Eu nunca guardei rebanhos2-1Eu nunca guardei rebanhosFernando Pessoa, Mário Viegas—
O meu olhar é nítido como um girassol2-2O meu olhar é nítido como um girassolFernando Pessoa, Mário Viegas—
Ao entardecer, debruçado pela janela2-3Ao entardecer, debruçado pela janelaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Esta tarde a trovoada caiu2-4Esta tarde a trovoada caiuFernando Pessoa, Mário Viegas—
Há metafísica bastante em não pensar em nada2-5Há metafísica bastante em não pensar em nadaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Pensar em Deus é desobedecer a Deus2-6Pensar em Deus é desobedecer a DeusFernando Pessoa, Mário Viegas—
Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do Universo2-7Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do UniversoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Num meio-dia de fim de primavera2-8Num meio-dia de fim de primaveraFernando Pessoa, Mário Viegas—
Sou um guardador de rebanhos2-9Sou um guardador de rebanhosFernando Pessoa, Mário Viegas—
Olá, guardador de rebanhos2-10Olá, guardador de rebanhosFernando Pessoa, Mário Viegas—
Aquela senhora tem um piano2-11Aquela senhora tem um pianoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Os pastores de Virgílio tocam avenas2-12Os pastores de Virgílio tocam avenasFernando Pessoa, Mário Viegas—
Leve, leve, muito leve2-13Leve, leve, muito leveFernando Pessoa, Mário Viegas—
Não me importo com as rimas2-14Não me importo com as rimasFernando Pessoa, Mário Viegas—
As quatro canções que seguem2-15As quatro canções que seguemFernando Pessoa, Mário Viegas—
Quem me dera que a minha vida fosse um carro de bois2-16Quem me dera que a minha vida fosse um carro de boisFernando Pessoa, Mário Viegas—
No meu prato que mistura de natureza!2-17No meu prato que mistura de natureza!Fernando Pessoa, Mário Viegas—
Quem me dera que eu fosse o pó da estrada2-18Quem me dera que eu fosse o pó da estradaFernando Pessoa, Mário Viegas—
O luar quando bate na relva2-19O luar quando bate na relvaFernando Pessoa, Mário Viegas—
É noite2-20É noiteFernando Pessoa, Mário Viegas—
Se eu pudesse trincar a terra toda2-21Se eu pudesse trincar a terra todaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Como quem num dia de verão abre a porta de casa2-22Como quem num dia de verão abre a porta de casaFernando Pessoa, Mário Viegas—
O meu olhar azul como o céu2-23O meu olhar azul como o céuFernando Pessoa, Mário Viegas—
O que nós vemos das coisas são as coisas2-24O que nós vemos das coisas são as coisasFernando Pessoa, Mário Viegas—
As bolas de sabão que esta criança2-25As bolas de sabão que esta criançaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Às vezes, em dias de luz perfeita e exacta2-26Às vezes, em dias de luz perfeita e exactaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Só a natureza é divina, e ela não é divina2-27Só a natureza é divina, e ela não é divinaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Li hoje quase duas páginas2-28Li hoje quase duas páginasFernando Pessoa, Mário Viegas—
Nem sempre sou igual no que digo e escrevo2-29Nem sempre sou igual no que digo e escrevoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Se quiserem que eu tenha um misticismo, está bem2-30Se quiserem que eu tenha um misticismo, está bemFernando Pessoa, Mário Viegas—
Se às vezes digo que as flores sorriem2-31Se às vezes digo que as flores sorriemFernando Pessoa, Mário Viegas—
Ontem à tarde um homem das cidades3-1Ontem à tarde um homem das cidadesFernando Pessoa, Mário Viegas—
Pobres das flores nos canteiros dos jardins regulares3-2Pobres das flores nos canteiros dos jardins regularesFernando Pessoa, Mário Viegas—
Acho tão natural que não se pense3-3Acho tão natural que não se penseFernando Pessoa, Mário Viegas—
O luar através dos altos ramos3-4O luar através dos altos ramosFernando Pessoa, Mário Viegas—
E há poetas que são artistas3-5E há poetas que são artistasFernando Pessoa, Mário Viegas—
Como um grande borrão de fogo sujo3-6Como um grande borrão de fogo sujoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Bendito seja o mesmo Sol de outras terras3-7Bendito seja o mesmo Sol de outras terrasFernando Pessoa, Mário Viegas—
O mistério das coisas, onde está ele?3-8O mistério das coisas, onde está ele?Fernando Pessoa, Mário Viegas—
Passa uma borboleta por diante de mim3-9Passa uma borboleta por diante de mimFernando Pessoa, Mário Viegas—
No entardecer dos dias de verão3-10No entardecer dos dias de verãoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Passou a diligência pela estrada, e foi-se3-11Passou a diligência pela estrada, e foi-seFernando Pessoa, Mário Viegas—
Antes o vôo da ave, que passa e não deixa rasto3-12Antes o vôo da ave, que passa e não deixa rastoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Acordo de noite subitamente3-13Acordo de noite subitamenteFernando Pessoa, Mário Viegas—
Um renque de árvores lá longe, lá para a encosta3-14Um renque de árvores lá longe, lá para a encostaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Deste modo ou daquele modo3-15Deste modo ou daquele modoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Num dia excessivamente nítido3-16Num dia excessivamente nítidoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Da mais alta janela da minha casa3-17Da mais alta janela da minha casaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Meto-me para dentro, e fecho a janela3-18Meto-me para dentro, e fecho a janelaFernando Pessoa, Mário Viegas—
É noite3-19É noiteFernando Pessoa, Mário Viegas—
Pouco me importa3-20Pouco me importaFernando Pessoa, Mário Viegas—
A espantosa realidade das coisas3-21A espantosa realidade das coisasFernando Pessoa, Mário Viegas—
Nunca sei3-22Nunca seiFernando Pessoa, Mário Viegas—
Criança desconhecida3-23Criança desconhecidaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Pastor do monte3-24Pastor do monteFernando Pessoa, Mário Viegas—
Um dia de chuva3-25Um dia de chuvaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Primeiro prenúncio3-26Primeiro prenúncioFernando Pessoa, Mário Viegas—
Quando tornar a vir a primavera3-27Quando tornar a vir a primaveraFernando Pessoa, Mário Viegas—
Se eu morrer de novo3-28Se eu morrer de novoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Se, depois de eu morrer3-29Se, depois de eu morrerFernando Pessoa, Mário Viegas—
Quando vier a primavera3-30Quando vier a primaveraFernando Pessoa, Mário Viegas—
Quando a erva crescer3-31Quando a erva crescerFernando Pessoa, Mário Viegas—
A neve3-32A neveFernando Pessoa, Mário Viegas—
É talvez o último dia da minha vida3-33É talvez o último dia da minha vidaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Excerpto de uma ode
Excerpto de uma ode
Fernando Pessoa, João Villaret
—
Outro poema
Outro poema
Fernando Pessoa, João Villaret
—
Tabacaria
Tabacaria
Fernando Pessoa, João Villaret
—
AUTOPSICOGRAFIA
AUTOPSICOGRAFIA
Fernando Pessoa, João Villaret
T-210.010.080-6
Isto
Isto
Fernando Pessoa, João Villaret
—
Sonetos 13 e 14 dos Passos da Cruz
Sonetos 13 e 14 dos Passos da Cruz
Fernando Pessoa, João Villaret
—
A múmia
A múmia
Fernando Pessoa, João Villaret
—
Sino da minha aldeia
Sino da minha aldeia
Fernando Pessoa, João Villaret
—
Ela canta, pobre ceifeira
Ela canta, pobre ceifeira
Fernando Pessoa, João Villaret
—
Gato que brincas na rua
Gato que brincas na rua
Fernando Pessoa, João Villaret
—
Liberdade
Liberdade
Fernando Pessoa, João Villaret
—
O menino da sua mãe
O menino da sua mãe
Fernando Pessoa, João Villaret
—
O MOSTRENGO
O MOSTRENGO
Fernando Pessoa, João Villaret
—
4 odes de Ricardo Reis
4 odes de Ricardo Reis
Fernando Pessoa, João Villaret
—
Três poemas de “O guardador de rebanhos”
Três poemas de “O guardador de rebanhos”
Fernando Pessoa, João Villaret
—
Eu nunca guardei rebanhos
Eu nunca guardei rebanhos
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O meu olhar é nítido como um girassol
O meu olhar é nítido como um girassol
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Ao entardecer, debruçado pela janela
Ao entardecer, debruçado pela janela
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Esta tarde a trovoada caiu
Esta tarde a trovoada caiu
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Há metafísica bastante em não pensar em nada
Há metafísica bastante em não pensar em nada
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Pensar em Deus é desobedecer a Deus
Pensar em Deus é desobedecer a Deus
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do Universo
Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do Universo
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Num meio-dia de fim de primavera
Num meio-dia de fim de primavera
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Sou um guardador de rebanhos
Sou um guardador de rebanhos
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Olá, guardador de rebanhos
Olá, guardador de rebanhos
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Aquela senhora tem um piano
Aquela senhora tem um piano
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Os pastores de Virgílio tocam avenas
Os pastores de Virgílio tocam avenas
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Leve, leve, muito leve
Leve, leve, muito leve
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Não me importo com as rimas
Não me importo com as rimas
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
As quatro canções que seguem
As quatro canções que seguem
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Quem me dera que a minha vida fosse um carro de bois
Quem me dera que a minha vida fosse um carro de bois
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
No meu prato que mistura de natureza!
No meu prato que mistura de natureza!
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Quem me dera que eu fosse o pó da estrada
Quem me dera que eu fosse o pó da estrada
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O luar quando bate na relva
O luar quando bate na relva
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
É noite
É noite
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Se eu pudesse trincar a terra toda
Se eu pudesse trincar a terra toda
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Como quem num dia de verão abre a porta de casa
Como quem num dia de verão abre a porta de casa
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O meu olhar azul como o céu
O meu olhar azul como o céu
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O que nós vemos das coisas são as coisas
O que nós vemos das coisas são as coisas
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
As bolas de sabão que esta criança
As bolas de sabão que esta criança
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Às vezes, em dias de luz perfeita e exacta
Às vezes, em dias de luz perfeita e exacta
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Só a natureza é divina, e ela não é divina
Só a natureza é divina, e ela não é divina
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Li hoje quase duas páginas
Li hoje quase duas páginas
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Nem sempre sou igual no que digo e escrevo
Nem sempre sou igual no que digo e escrevo
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Se quiserem que eu tenha um misticismo, está bem
Se quiserem que eu tenha um misticismo, está bem
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Se às vezes digo que as flores sorriem
Se às vezes digo que as flores sorriem
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Ontem à tarde um homem das cidades
Ontem à tarde um homem das cidades
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Pobres das flores nos canteiros dos jardins regulares
Pobres das flores nos canteiros dos jardins regulares
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Acho tão natural que não se pense
Acho tão natural que não se pense
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O luar através dos altos ramos
O luar através dos altos ramos
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
E há poetas que são artistas
E há poetas que são artistas
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Como um grande borrão de fogo sujo
Como um grande borrão de fogo sujo
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Bendito seja o mesmo Sol de outras terras
Bendito seja o mesmo Sol de outras terras
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O mistério das coisas, onde está ele?
O mistério das coisas, onde está ele?
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Passa uma borboleta por diante de mim
Passa uma borboleta por diante de mim
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
No entardecer dos dias de verão
No entardecer dos dias de verão
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Passou a diligência pela estrada, e foi-se
Passou a diligência pela estrada, e foi-se
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Antes o vôo da ave, que passa e não deixa rasto
Antes o vôo da ave, que passa e não deixa rasto
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Acordo de noite subitamente
Acordo de noite subitamente
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Um renque de árvores lá longe, lá para a encosta
Um renque de árvores lá longe, lá para a encosta
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Deste modo ou daquele modo
Deste modo ou daquele modo
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Num dia excessivamente nítido
Num dia excessivamente nítido
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Da mais alta janela da minha casa
Da mais alta janela da minha casa
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Meto-me para dentro, e fecho a janela
Meto-me para dentro, e fecho a janela
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
É noite
É noite
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Pouco me importa
Pouco me importa
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
A espantosa realidade das coisas
A espantosa realidade das coisas
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Nunca sei
Nunca sei
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Criança desconhecida
Criança desconhecida
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Pastor do monte
Pastor do monte
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Um dia de chuva
Um dia de chuva
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Primeiro prenúncio
Primeiro prenúncio
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Quando tornar a vir a primavera
Quando tornar a vir a primavera
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Se eu morrer de novo
Se eu morrer de novo
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Se, depois de eu morrer
Se, depois de eu morrer
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Quando vier a primavera
Quando vier a primavera
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Quando a erva crescer
Quando a erva crescer
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
A neve
A neve
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
É talvez o último dia da minha vida
É talvez o último dia da minha vida
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—

Additional database matches (79)

Track TitleArtist(s)ISWC
Eu nunca guardei rebanhosFernando Pessoa, Mário Viegas—
O meu olhar é nítido como um girassolFernando Pessoa, Mário Viegas—
Ao entardecer, debruçado pela janelaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Esta tarde a trovoada caiuFernando Pessoa, Mário Viegas—
Há metafísica bastante em não pensar em nadaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Pensar em Deus é desobedecer a DeusFernando Pessoa, Mário Viegas—
Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do UniversoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Num meio-dia de fim de primaveraFernando Pessoa, Mário Viegas—
Sou um guardador de rebanhosFernando Pessoa, Mário Viegas—
Olá, guardador de rebanhosFernando Pessoa, Mário Viegas—
Aquela senhora tem um pianoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Os pastores de Virgílio tocam avenasFernando Pessoa, Mário Viegas—
Leve, leve, muito leveFernando Pessoa, Mário Viegas—
Não me importo com as rimasFernando Pessoa, Mário Viegas—
As quatro canções que seguemFernando Pessoa, Mário Viegas—
Quem me dera que a minha vida fosse um carro de boisFernando Pessoa, Mário Viegas—
No meu prato que mistura de natureza!Fernando Pessoa, Mário Viegas—
Quem me dera que eu fosse o pó da estradaFernando Pessoa, Mário Viegas—
O luar quando bate na relvaFernando Pessoa, Mário Viegas—
O Tejo é mais belo que o rio que corre na minha aldeiaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Se eu pudesse trincar a terra todaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Como quem num dia de verão abre a porta de casaFernando Pessoa, Mário Viegas—
O meu olhar azul como o céuFernando Pessoa, Mário Viegas—
O que nós vemos das coisas são as coisasFernando Pessoa, Mário Viegas—
As bolas de sabão que esta criançaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Às vezes, em dias de luz perfeita e exactaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Só a natureza é divina, e ela não é divinaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Li hoje quase duas páginasFernando Pessoa, Mário Viegas—
Nem sempre sou igual no que digo e escrevoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Se quiserem que eu tenha um misticismo, está bemFernando Pessoa, Mário Viegas—
Se às vezes digo que as flores sorriemFernando Pessoa, Mário Viegas—
Ontem à tarde um homem das cidadesFernando Pessoa, Mário Viegas—
Pobres das flores nos canteiros dos jardins regularesFernando Pessoa, Mário Viegas—
Acho tão natural que não se penseFernando Pessoa, Mário Viegas—
O luar através dos altos ramosFernando Pessoa, Mário Viegas—
E há poetas que são artistasFernando Pessoa, Mário Viegas—
Como um grande borrão de fogo sujoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Bendito seja o mesmo Sol de outras terrasFernando Pessoa, Mário Viegas—
O mistério das coisas, onde está ele?Fernando Pessoa, Mário Viegas—
Passa uma borboleta por diante de mimFernando Pessoa, Mário Viegas—
No entardecer dos dias de verãoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Passou a diligência pela estrada, e foi-seFernando Pessoa, Mário Viegas—
Antes o vôo da ave, que passa e não deixa rastoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Acordo de noite subitamenteFernando Pessoa, Mário Viegas—
Um renque de árvores lá longe, lá para a encostaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Deste modo ou daquele modoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Num dia excessivamente nítidoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Da mais alta janela da minha casaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Meto-me para dentro, e fecho a janelaFernando Pessoa, Mário Viegas—
É noiteFernando Pessoa, Mário Viegas—
Pouco me importaFernando Pessoa, Mário Viegas—
A espantosa realidade das coisasFernando Pessoa, Mário Viegas—
Nunca seiFernando Pessoa, Mário Viegas—
Criança desconhecidaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Pastor do monteFernando Pessoa, Mário Viegas—
Um dia de chuvaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Primeiro prenúncioFernando Pessoa, Mário Viegas—
Quando tornar a vir a primaveraFernando Pessoa, Mário Viegas—
Se eu morrer de novoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Se, depois de eu morrerFernando Pessoa, Mário Viegas—
Quando vier a primaveraFernando Pessoa, Mário Viegas—
Quando a erva crescerFernando Pessoa, Mário Viegas—
A neveFernando Pessoa, Mário Viegas—
É talvez o último dia da minha vidaFernando Pessoa, Mário Viegas—
O menino da sua mãeFernando Pessoa, João Villaret—
OUTRO POEMAFernando Pessoa, João Villaret—
TabacariaFernando Pessoa, João Villaret—
O poeta é um fingidorFernando Pessoa, João Villaret—
ISTOFernando Pessoa, João VillaretT-926.072.697-4
Sonetos 13 e 14 dos Passos da CruzFernando Pessoa, João Villaret—
A múmiaFernando Pessoa, João Villaret—
SINO DA MINHA ALDEIAFernando Pessoa, João VillaretT-039.004.790-1
Ela canta, pobre ceifeiraFernando Pessoa, João Villaret—
Gato que brincas na ruaFernando Pessoa, João Villaret—
LiberdadeFernando Pessoa, João Villaret—
Excerpto de uma odeFernando Pessoa, João Villaret—
O MOSTRENGOFernando Pessoa, João Villaret—
4 odes de Ricardo ReisFernando Pessoa, João Villaret—
Três poemas de “O guardador de rebanhos”Fernando Pessoa, João Villaret—
Eu nunca guardei rebanhos
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O meu olhar é nítido como um girassol
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Ao entardecer, debruçado pela janela
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Esta tarde a trovoada caiu
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Há metafísica bastante em não pensar em nada
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Pensar em Deus é desobedecer a Deus
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do Universo
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Num meio-dia de fim de primavera
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Sou um guardador de rebanhos
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Olá, guardador de rebanhos
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Aquela senhora tem um piano
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Os pastores de Virgílio tocam avenas
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Leve, leve, muito leve
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Não me importo com as rimas
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
As quatro canções que seguem
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Quem me dera que a minha vida fosse um carro de bois
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
No meu prato que mistura de natureza!
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Quem me dera que eu fosse o pó da estrada
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O luar quando bate na relva
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O Tejo é mais belo que o rio que corre na minha aldeia
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Se eu pudesse trincar a terra toda
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Como quem num dia de verão abre a porta de casa
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O meu olhar azul como o céu
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O que nós vemos das coisas são as coisas
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
As bolas de sabão que esta criança
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Às vezes, em dias de luz perfeita e exacta
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Só a natureza é divina, e ela não é divina
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Li hoje quase duas páginas
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Nem sempre sou igual no que digo e escrevo
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Se quiserem que eu tenha um misticismo, está bem
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Se às vezes digo que as flores sorriem
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Ontem à tarde um homem das cidades
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Pobres das flores nos canteiros dos jardins regulares
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Acho tão natural que não se pense
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O luar através dos altos ramos
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
E há poetas que são artistas
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Como um grande borrão de fogo sujo
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Bendito seja o mesmo Sol de outras terras
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O mistério das coisas, onde está ele?
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Passa uma borboleta por diante de mim
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
No entardecer dos dias de verão
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Passou a diligência pela estrada, e foi-se
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Antes o vôo da ave, que passa e não deixa rasto
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Acordo de noite subitamente
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Um renque de árvores lá longe, lá para a encosta
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Deste modo ou daquele modo
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Num dia excessivamente nítido
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Da mais alta janela da minha casa
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Meto-me para dentro, e fecho a janela
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
É noite
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Pouco me importa
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
A espantosa realidade das coisas
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Nunca sei
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Criança desconhecida
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Pastor do monte
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Um dia de chuva
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Primeiro prenúncio
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Quando tornar a vir a primavera
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Se eu morrer de novo
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Se, depois de eu morrer
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Quando vier a primavera
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Quando a erva crescer
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
A neve
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
É talvez o último dia da minha vida
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O menino da sua mãe
Fernando Pessoa, João Villaret
—
OUTRO POEMA
Fernando Pessoa, João Villaret
—
Tabacaria
Fernando Pessoa, João Villaret
—
O poeta é um fingidor
Fernando Pessoa, João Villaret
—
ISTO
Fernando Pessoa, João Villaret
T-926.072.697-4
Sonetos 13 e 14 dos Passos da Cruz
Fernando Pessoa, João Villaret
—
A múmia
Fernando Pessoa, João Villaret
—
SINO DA MINHA ALDEIA
Fernando Pessoa, João Villaret
T-039.004.790-1
Ela canta, pobre ceifeira
Fernando Pessoa, João Villaret
—
Gato que brincas na rua
Fernando Pessoa, João Villaret
—
Liberdade
Fernando Pessoa, João Villaret
—
Excerpto de uma ode
Fernando Pessoa, João Villaret
—
O MOSTRENGO
Fernando Pessoa, João Villaret
—
4 odes de Ricardo Reis
Fernando Pessoa, João Villaret
—
Três poemas de “O guardador de rebanhos”
Fernando Pessoa, João Villaret
—

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Musical Works (ISWC)

T-210.010.080-6T-926.072.697-4T-039.004.790-1

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UPCFernando Pessoa…ISRCExcerpto de uma…ISRCOutro poemaISRCTabacariaISRCAUTOPSICOGRAFIAISRCIsto

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What is UPC 5606265004514?+
UPC 5606265004514 is the Universal Product Code (barcode) for "Fernando Pessoa Por" by João Villaret, released on Companhia Nacional De Música.
What is a UPC code in music?+
A UPC (Universal Product Code) — also called an EAN barcode — is a unique numeric identifier assigned to a music release by its distributor. It identifies the release as a whole (album, EP, or single) and is required by every digital storefront and physical retailer.
How is a UPC different from an ISRC?+
A UPC identifies a release (the bundle of tracks sold as one product). An ISRC identifies a specific sound recording (a single track). Every track on a UPC release has its own ISRC, but they all share the same UPC.
How many tracks are on UPC 5606265004514?+
UPC 5606265004514 contains 79 tracks, each with its own ISRC.

What is UPC 5606265004514?

5606265004514 is a Universal Product Code (UPC) assigned to Fernando Pessoa Por by João Villaret. UPCs (also called EAN barcodes) are unique numeric identifiers assigned by distributors to identify music releases — albums, EPs, and singles — across all digital and physical retail platforms.

This release contains 79 tracks. Each track has its own ISRC (International Standard Recording Code) that identifies the specific sound recording, while the UPC identifies the release as a whole. Knowing your release's UPC is essential for neighboring rights collection societies like SoundExchange and for transferring music between distributors.

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João Villaret

5606265004514 is the Universal Product Code (UPC barcode) for the release “Fernando Pessoa Por” by João Villaret, released 2010-01-01 on Companhia Nacional De Música. UPCs are unique numeric identifiers assigned by distributors to identify a music release — album, EP, or single — across every digital and physical retail platform. This release contains 79 tracks, each with its own ISRC. Tracks include PTCN11000811, PTCN11000812, PTCN11000813.

Track List (79)

#Track TitleArtist(s)ISWC
Excerpto de uma ode1Excerpto de uma odeFernando Pessoa, João Villaret—
Outro poema2Outro poemaFernando Pessoa, João Villaret—
Tabacaria3TabacariaFernando Pessoa, João Villaret—
AUTOPSICOGRAFIA4AUTOPSICOGRAFIAFernando Pessoa, João VillaretT-210.010.080-6
Isto5IstoFernando Pessoa, João Villaret—
Sonetos 13 e 14 dos Passos da Cruz6Sonetos 13 e 14 dos Passos da CruzFernando Pessoa, João Villaret—
A múmia7A múmiaFernando Pessoa, João Villaret—
Sino da minha aldeia8Sino da minha aldeiaFernando Pessoa, João Villaret—
Ela canta, pobre ceifeira9Ela canta, pobre ceifeiraFernando Pessoa, João Villaret—
Gato que brincas na rua10Gato que brincas na ruaFernando Pessoa, João Villaret—
Liberdade11LiberdadeFernando Pessoa, João Villaret—
O menino da sua mãe12O menino da sua mãeFernando Pessoa, João Villaret—
O MOSTRENGO13O MOSTRENGOFernando Pessoa, João Villaret—
4 odes de Ricardo Reis144 odes de Ricardo ReisFernando Pessoa, João Villaret—
Três poemas de “O guardador de rebanhos”15Três poemas de “O guardador de rebanhos”Fernando Pessoa, João Villaret—
Eu nunca guardei rebanhos2-1Eu nunca guardei rebanhosFernando Pessoa, Mário Viegas—
O meu olhar é nítido como um girassol2-2O meu olhar é nítido como um girassolFernando Pessoa, Mário Viegas—
Ao entardecer, debruçado pela janela2-3Ao entardecer, debruçado pela janelaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Esta tarde a trovoada caiu2-4Esta tarde a trovoada caiuFernando Pessoa, Mário Viegas—
Há metafísica bastante em não pensar em nada2-5Há metafísica bastante em não pensar em nadaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Pensar em Deus é desobedecer a Deus2-6Pensar em Deus é desobedecer a DeusFernando Pessoa, Mário Viegas—
Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do Universo2-7Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do UniversoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Num meio-dia de fim de primavera2-8Num meio-dia de fim de primaveraFernando Pessoa, Mário Viegas—
Sou um guardador de rebanhos2-9Sou um guardador de rebanhosFernando Pessoa, Mário Viegas—
Olá, guardador de rebanhos2-10Olá, guardador de rebanhosFernando Pessoa, Mário Viegas—
Aquela senhora tem um piano2-11Aquela senhora tem um pianoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Os pastores de Virgílio tocam avenas2-12Os pastores de Virgílio tocam avenasFernando Pessoa, Mário Viegas—
Leve, leve, muito leve2-13Leve, leve, muito leveFernando Pessoa, Mário Viegas—
Não me importo com as rimas2-14Não me importo com as rimasFernando Pessoa, Mário Viegas—
As quatro canções que seguem2-15As quatro canções que seguemFernando Pessoa, Mário Viegas—
Quem me dera que a minha vida fosse um carro de bois2-16Quem me dera que a minha vida fosse um carro de boisFernando Pessoa, Mário Viegas—
No meu prato que mistura de natureza!2-17No meu prato que mistura de natureza!Fernando Pessoa, Mário Viegas—
Quem me dera que eu fosse o pó da estrada2-18Quem me dera que eu fosse o pó da estradaFernando Pessoa, Mário Viegas—
O luar quando bate na relva2-19O luar quando bate na relvaFernando Pessoa, Mário Viegas—
É noite2-20É noiteFernando Pessoa, Mário Viegas—
Se eu pudesse trincar a terra toda2-21Se eu pudesse trincar a terra todaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Como quem num dia de verão abre a porta de casa2-22Como quem num dia de verão abre a porta de casaFernando Pessoa, Mário Viegas—
O meu olhar azul como o céu2-23O meu olhar azul como o céuFernando Pessoa, Mário Viegas—
O que nós vemos das coisas são as coisas2-24O que nós vemos das coisas são as coisasFernando Pessoa, Mário Viegas—
As bolas de sabão que esta criança2-25As bolas de sabão que esta criançaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Às vezes, em dias de luz perfeita e exacta2-26Às vezes, em dias de luz perfeita e exactaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Só a natureza é divina, e ela não é divina2-27Só a natureza é divina, e ela não é divinaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Li hoje quase duas páginas2-28Li hoje quase duas páginasFernando Pessoa, Mário Viegas—
Nem sempre sou igual no que digo e escrevo2-29Nem sempre sou igual no que digo e escrevoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Se quiserem que eu tenha um misticismo, está bem2-30Se quiserem que eu tenha um misticismo, está bemFernando Pessoa, Mário Viegas—
Se às vezes digo que as flores sorriem2-31Se às vezes digo que as flores sorriemFernando Pessoa, Mário Viegas—
Ontem à tarde um homem das cidades3-1Ontem à tarde um homem das cidadesFernando Pessoa, Mário Viegas—
Pobres das flores nos canteiros dos jardins regulares3-2Pobres das flores nos canteiros dos jardins regularesFernando Pessoa, Mário Viegas—
Acho tão natural que não se pense3-3Acho tão natural que não se penseFernando Pessoa, Mário Viegas—
O luar através dos altos ramos3-4O luar através dos altos ramosFernando Pessoa, Mário Viegas—
E há poetas que são artistas3-5E há poetas que são artistasFernando Pessoa, Mário Viegas—
Como um grande borrão de fogo sujo3-6Como um grande borrão de fogo sujoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Bendito seja o mesmo Sol de outras terras3-7Bendito seja o mesmo Sol de outras terrasFernando Pessoa, Mário Viegas—
O mistério das coisas, onde está ele?3-8O mistério das coisas, onde está ele?Fernando Pessoa, Mário Viegas—
Passa uma borboleta por diante de mim3-9Passa uma borboleta por diante de mimFernando Pessoa, Mário Viegas—
No entardecer dos dias de verão3-10No entardecer dos dias de verãoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Passou a diligência pela estrada, e foi-se3-11Passou a diligência pela estrada, e foi-seFernando Pessoa, Mário Viegas—
Antes o vôo da ave, que passa e não deixa rasto3-12Antes o vôo da ave, que passa e não deixa rastoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Acordo de noite subitamente3-13Acordo de noite subitamenteFernando Pessoa, Mário Viegas—
Um renque de árvores lá longe, lá para a encosta3-14Um renque de árvores lá longe, lá para a encostaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Deste modo ou daquele modo3-15Deste modo ou daquele modoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Num dia excessivamente nítido3-16Num dia excessivamente nítidoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Da mais alta janela da minha casa3-17Da mais alta janela da minha casaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Meto-me para dentro, e fecho a janela3-18Meto-me para dentro, e fecho a janelaFernando Pessoa, Mário Viegas—
É noite3-19É noiteFernando Pessoa, Mário Viegas—
Pouco me importa3-20Pouco me importaFernando Pessoa, Mário Viegas—
A espantosa realidade das coisas3-21A espantosa realidade das coisasFernando Pessoa, Mário Viegas—
Nunca sei3-22Nunca seiFernando Pessoa, Mário Viegas—
Criança desconhecida3-23Criança desconhecidaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Pastor do monte3-24Pastor do monteFernando Pessoa, Mário Viegas—
Um dia de chuva3-25Um dia de chuvaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Primeiro prenúncio3-26Primeiro prenúncioFernando Pessoa, Mário Viegas—
Quando tornar a vir a primavera3-27Quando tornar a vir a primaveraFernando Pessoa, Mário Viegas—
Se eu morrer de novo3-28Se eu morrer de novoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Se, depois de eu morrer3-29Se, depois de eu morrerFernando Pessoa, Mário Viegas—
Quando vier a primavera3-30Quando vier a primaveraFernando Pessoa, Mário Viegas—
Quando a erva crescer3-31Quando a erva crescerFernando Pessoa, Mário Viegas—
A neve3-32A neveFernando Pessoa, Mário Viegas—
É talvez o último dia da minha vida3-33É talvez o último dia da minha vidaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Excerpto de uma ode
Excerpto de uma ode
Fernando Pessoa, João Villaret
—
Outro poema
Outro poema
Fernando Pessoa, João Villaret
—
Tabacaria
Tabacaria
Fernando Pessoa, João Villaret
—
AUTOPSICOGRAFIA
AUTOPSICOGRAFIA
Fernando Pessoa, João Villaret
T-210.010.080-6
Isto
Isto
Fernando Pessoa, João Villaret
—
Sonetos 13 e 14 dos Passos da Cruz
Sonetos 13 e 14 dos Passos da Cruz
Fernando Pessoa, João Villaret
—
A múmia
A múmia
Fernando Pessoa, João Villaret
—
Sino da minha aldeia
Sino da minha aldeia
Fernando Pessoa, João Villaret
—
Ela canta, pobre ceifeira
Ela canta, pobre ceifeira
Fernando Pessoa, João Villaret
—
Gato que brincas na rua
Gato que brincas na rua
Fernando Pessoa, João Villaret
—
Liberdade
Liberdade
Fernando Pessoa, João Villaret
—
O menino da sua mãe
O menino da sua mãe
Fernando Pessoa, João Villaret
—
O MOSTRENGO
O MOSTRENGO
Fernando Pessoa, João Villaret
—
4 odes de Ricardo Reis
4 odes de Ricardo Reis
Fernando Pessoa, João Villaret
—
Três poemas de “O guardador de rebanhos”
Três poemas de “O guardador de rebanhos”
Fernando Pessoa, João Villaret
—
Eu nunca guardei rebanhos
Eu nunca guardei rebanhos
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O meu olhar é nítido como um girassol
O meu olhar é nítido como um girassol
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Ao entardecer, debruçado pela janela
Ao entardecer, debruçado pela janela
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Esta tarde a trovoada caiu
Esta tarde a trovoada caiu
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Há metafísica bastante em não pensar em nada
Há metafísica bastante em não pensar em nada
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Pensar em Deus é desobedecer a Deus
Pensar em Deus é desobedecer a Deus
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do Universo
Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do Universo
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Num meio-dia de fim de primavera
Num meio-dia de fim de primavera
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Sou um guardador de rebanhos
Sou um guardador de rebanhos
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Olá, guardador de rebanhos
Olá, guardador de rebanhos
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Aquela senhora tem um piano
Aquela senhora tem um piano
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Os pastores de Virgílio tocam avenas
Os pastores de Virgílio tocam avenas
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Leve, leve, muito leve
Leve, leve, muito leve
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Não me importo com as rimas
Não me importo com as rimas
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
As quatro canções que seguem
As quatro canções que seguem
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Quem me dera que a minha vida fosse um carro de bois
Quem me dera que a minha vida fosse um carro de bois
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
No meu prato que mistura de natureza!
No meu prato que mistura de natureza!
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Quem me dera que eu fosse o pó da estrada
Quem me dera que eu fosse o pó da estrada
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O luar quando bate na relva
O luar quando bate na relva
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
É noite
É noite
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Se eu pudesse trincar a terra toda
Se eu pudesse trincar a terra toda
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Como quem num dia de verão abre a porta de casa
Como quem num dia de verão abre a porta de casa
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O meu olhar azul como o céu
O meu olhar azul como o céu
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O que nós vemos das coisas são as coisas
O que nós vemos das coisas são as coisas
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
As bolas de sabão que esta criança
As bolas de sabão que esta criança
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Às vezes, em dias de luz perfeita e exacta
Às vezes, em dias de luz perfeita e exacta
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Só a natureza é divina, e ela não é divina
Só a natureza é divina, e ela não é divina
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Li hoje quase duas páginas
Li hoje quase duas páginas
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Nem sempre sou igual no que digo e escrevo
Nem sempre sou igual no que digo e escrevo
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Se quiserem que eu tenha um misticismo, está bem
Se quiserem que eu tenha um misticismo, está bem
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Se às vezes digo que as flores sorriem
Se às vezes digo que as flores sorriem
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Ontem à tarde um homem das cidades
Ontem à tarde um homem das cidades
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Pobres das flores nos canteiros dos jardins regulares
Pobres das flores nos canteiros dos jardins regulares
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Acho tão natural que não se pense
Acho tão natural que não se pense
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O luar através dos altos ramos
O luar através dos altos ramos
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
E há poetas que são artistas
E há poetas que são artistas
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Como um grande borrão de fogo sujo
Como um grande borrão de fogo sujo
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Bendito seja o mesmo Sol de outras terras
Bendito seja o mesmo Sol de outras terras
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O mistério das coisas, onde está ele?
O mistério das coisas, onde está ele?
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Passa uma borboleta por diante de mim
Passa uma borboleta por diante de mim
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
No entardecer dos dias de verão
No entardecer dos dias de verão
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Passou a diligência pela estrada, e foi-se
Passou a diligência pela estrada, e foi-se
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Antes o vôo da ave, que passa e não deixa rasto
Antes o vôo da ave, que passa e não deixa rasto
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Acordo de noite subitamente
Acordo de noite subitamente
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Um renque de árvores lá longe, lá para a encosta
Um renque de árvores lá longe, lá para a encosta
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Deste modo ou daquele modo
Deste modo ou daquele modo
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Num dia excessivamente nítido
Num dia excessivamente nítido
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Da mais alta janela da minha casa
Da mais alta janela da minha casa
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Meto-me para dentro, e fecho a janela
Meto-me para dentro, e fecho a janela
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
É noite
É noite
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Pouco me importa
Pouco me importa
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
A espantosa realidade das coisas
A espantosa realidade das coisas
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Nunca sei
Nunca sei
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Criança desconhecida
Criança desconhecida
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Pastor do monte
Pastor do monte
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Um dia de chuva
Um dia de chuva
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Primeiro prenúncio
Primeiro prenúncio
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Quando tornar a vir a primavera
Quando tornar a vir a primavera
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Se eu morrer de novo
Se eu morrer de novo
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Se, depois de eu morrer
Se, depois de eu morrer
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Quando vier a primavera
Quando vier a primavera
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Quando a erva crescer
Quando a erva crescer
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
A neve
A neve
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
É talvez o último dia da minha vida
É talvez o último dia da minha vida
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—

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Track TitleArtist(s)ISWC
Eu nunca guardei rebanhosFernando Pessoa, Mário Viegas—
O meu olhar é nítido como um girassolFernando Pessoa, Mário Viegas—
Ao entardecer, debruçado pela janelaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Esta tarde a trovoada caiuFernando Pessoa, Mário Viegas—
Há metafísica bastante em não pensar em nadaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Pensar em Deus é desobedecer a DeusFernando Pessoa, Mário Viegas—
Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do UniversoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Num meio-dia de fim de primaveraFernando Pessoa, Mário Viegas—
Sou um guardador de rebanhosFernando Pessoa, Mário Viegas—
Olá, guardador de rebanhosFernando Pessoa, Mário Viegas—
Aquela senhora tem um pianoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Os pastores de Virgílio tocam avenasFernando Pessoa, Mário Viegas—
Leve, leve, muito leveFernando Pessoa, Mário Viegas—
Não me importo com as rimasFernando Pessoa, Mário Viegas—
As quatro canções que seguemFernando Pessoa, Mário Viegas—
Quem me dera que a minha vida fosse um carro de boisFernando Pessoa, Mário Viegas—
No meu prato que mistura de natureza!Fernando Pessoa, Mário Viegas—
Quem me dera que eu fosse o pó da estradaFernando Pessoa, Mário Viegas—
O luar quando bate na relvaFernando Pessoa, Mário Viegas—
O Tejo é mais belo que o rio que corre na minha aldeiaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Se eu pudesse trincar a terra todaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Como quem num dia de verão abre a porta de casaFernando Pessoa, Mário Viegas—
O meu olhar azul como o céuFernando Pessoa, Mário Viegas—
O que nós vemos das coisas são as coisasFernando Pessoa, Mário Viegas—
As bolas de sabão que esta criançaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Às vezes, em dias de luz perfeita e exactaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Só a natureza é divina, e ela não é divinaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Li hoje quase duas páginasFernando Pessoa, Mário Viegas—
Nem sempre sou igual no que digo e escrevoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Se quiserem que eu tenha um misticismo, está bemFernando Pessoa, Mário Viegas—
Se às vezes digo que as flores sorriemFernando Pessoa, Mário Viegas—
Ontem à tarde um homem das cidadesFernando Pessoa, Mário Viegas—
Pobres das flores nos canteiros dos jardins regularesFernando Pessoa, Mário Viegas—
Acho tão natural que não se penseFernando Pessoa, Mário Viegas—
O luar através dos altos ramosFernando Pessoa, Mário Viegas—
E há poetas que são artistasFernando Pessoa, Mário Viegas—
Como um grande borrão de fogo sujoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Bendito seja o mesmo Sol de outras terrasFernando Pessoa, Mário Viegas—
O mistério das coisas, onde está ele?Fernando Pessoa, Mário Viegas—
Passa uma borboleta por diante de mimFernando Pessoa, Mário Viegas—
No entardecer dos dias de verãoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Passou a diligência pela estrada, e foi-seFernando Pessoa, Mário Viegas—
Antes o vôo da ave, que passa e não deixa rastoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Acordo de noite subitamenteFernando Pessoa, Mário Viegas—
Um renque de árvores lá longe, lá para a encostaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Deste modo ou daquele modoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Num dia excessivamente nítidoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Da mais alta janela da minha casaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Meto-me para dentro, e fecho a janelaFernando Pessoa, Mário Viegas—
É noiteFernando Pessoa, Mário Viegas—
Pouco me importaFernando Pessoa, Mário Viegas—
A espantosa realidade das coisasFernando Pessoa, Mário Viegas—
Nunca seiFernando Pessoa, Mário Viegas—
Criança desconhecidaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Pastor do monteFernando Pessoa, Mário Viegas—
Um dia de chuvaFernando Pessoa, Mário Viegas—
Primeiro prenúncioFernando Pessoa, Mário Viegas—
Quando tornar a vir a primaveraFernando Pessoa, Mário Viegas—
Se eu morrer de novoFernando Pessoa, Mário Viegas—
Se, depois de eu morrerFernando Pessoa, Mário Viegas—
Quando vier a primaveraFernando Pessoa, Mário Viegas—
Quando a erva crescerFernando Pessoa, Mário Viegas—
A neveFernando Pessoa, Mário Viegas—
É talvez o último dia da minha vidaFernando Pessoa, Mário Viegas—
O menino da sua mãeFernando Pessoa, João Villaret—
OUTRO POEMAFernando Pessoa, João Villaret—
TabacariaFernando Pessoa, João Villaret—
O poeta é um fingidorFernando Pessoa, João Villaret—
ISTOFernando Pessoa, João VillaretT-926.072.697-4
Sonetos 13 e 14 dos Passos da CruzFernando Pessoa, João Villaret—
A múmiaFernando Pessoa, João Villaret—
SINO DA MINHA ALDEIAFernando Pessoa, João VillaretT-039.004.790-1
Ela canta, pobre ceifeiraFernando Pessoa, João Villaret—
Gato que brincas na ruaFernando Pessoa, João Villaret—
LiberdadeFernando Pessoa, João Villaret—
Excerpto de uma odeFernando Pessoa, João Villaret—
O MOSTRENGOFernando Pessoa, João Villaret—
4 odes de Ricardo ReisFernando Pessoa, João Villaret—
Três poemas de “O guardador de rebanhos”Fernando Pessoa, João Villaret—
Eu nunca guardei rebanhos
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O meu olhar é nítido como um girassol
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Ao entardecer, debruçado pela janela
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Esta tarde a trovoada caiu
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Há metafísica bastante em não pensar em nada
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Pensar em Deus é desobedecer a Deus
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do Universo
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Num meio-dia de fim de primavera
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Sou um guardador de rebanhos
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Olá, guardador de rebanhos
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Aquela senhora tem um piano
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Os pastores de Virgílio tocam avenas
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Leve, leve, muito leve
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Não me importo com as rimas
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
As quatro canções que seguem
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Quem me dera que a minha vida fosse um carro de bois
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
No meu prato que mistura de natureza!
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Quem me dera que eu fosse o pó da estrada
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O luar quando bate na relva
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O Tejo é mais belo que o rio que corre na minha aldeia
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Se eu pudesse trincar a terra toda
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Como quem num dia de verão abre a porta de casa
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O meu olhar azul como o céu
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O que nós vemos das coisas são as coisas
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
As bolas de sabão que esta criança
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Às vezes, em dias de luz perfeita e exacta
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Só a natureza é divina, e ela não é divina
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Li hoje quase duas páginas
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Nem sempre sou igual no que digo e escrevo
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Se quiserem que eu tenha um misticismo, está bem
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Se às vezes digo que as flores sorriem
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Ontem à tarde um homem das cidades
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Pobres das flores nos canteiros dos jardins regulares
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Acho tão natural que não se pense
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O luar através dos altos ramos
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
E há poetas que são artistas
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Como um grande borrão de fogo sujo
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Bendito seja o mesmo Sol de outras terras
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
O mistério das coisas, onde está ele?
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Passa uma borboleta por diante de mim
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
No entardecer dos dias de verão
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Passou a diligência pela estrada, e foi-se
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Antes o vôo da ave, que passa e não deixa rasto
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Acordo de noite subitamente
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Um renque de árvores lá longe, lá para a encosta
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Deste modo ou daquele modo
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Num dia excessivamente nítido
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Da mais alta janela da minha casa
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
Meto-me para dentro, e fecho a janela
Fernando Pessoa, Mário Viegas
—
É noite
Fernando Pessoa, Mário Viegas
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Pouco me importa
Fernando Pessoa, Mário Viegas
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A espantosa realidade das coisas
Fernando Pessoa, Mário Viegas
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Nunca sei
Fernando Pessoa, Mário Viegas
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Criança desconhecida
Fernando Pessoa, Mário Viegas
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Pastor do monte
Fernando Pessoa, Mário Viegas
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Um dia de chuva
Fernando Pessoa, Mário Viegas
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Primeiro prenúncio
Fernando Pessoa, Mário Viegas
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Quando tornar a vir a primavera
Fernando Pessoa, Mário Viegas
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Se eu morrer de novo
Fernando Pessoa, Mário Viegas
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Se, depois de eu morrer
Fernando Pessoa, Mário Viegas
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Quando vier a primavera
Fernando Pessoa, Mário Viegas
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Quando a erva crescer
Fernando Pessoa, Mário Viegas
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A neve
Fernando Pessoa, Mário Viegas
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É talvez o último dia da minha vida
Fernando Pessoa, Mário Viegas
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O menino da sua mãe
Fernando Pessoa, João Villaret
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OUTRO POEMA
Fernando Pessoa, João Villaret
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Tabacaria
Fernando Pessoa, João Villaret
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O poeta é um fingidor
Fernando Pessoa, João Villaret
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ISTO
Fernando Pessoa, João Villaret
T-926.072.697-4
Sonetos 13 e 14 dos Passos da Cruz
Fernando Pessoa, João Villaret
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A múmia
Fernando Pessoa, João Villaret
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SINO DA MINHA ALDEIA
Fernando Pessoa, João Villaret
T-039.004.790-1
Ela canta, pobre ceifeira
Fernando Pessoa, João Villaret
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Gato que brincas na rua
Fernando Pessoa, João Villaret
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Liberdade
Fernando Pessoa, João Villaret
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Excerpto de uma ode
Fernando Pessoa, João Villaret
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O MOSTRENGO
Fernando Pessoa, João Villaret
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4 odes de Ricardo Reis
Fernando Pessoa, João Villaret
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Três poemas de “O guardador de rebanhos”
Fernando Pessoa, João Villaret
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